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Anezio Osaki

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Anezio Osaki, Administrador
Anezio Osaki
Comentário · há 6 horas
Desculpe, mas precisa lembrar que o legislador que colocou isso na constituição era o Congresso que sempre atendeu os seus interesses. A prova cabal e indiscutível é que nenhum policito ou empresário de alto poder foi preso entre a constituição de 88 até 2005.
Outro fato é que EUA, Canada, França, Inglaterra.... com Alemanha com pequenas ressalvas aceitam a prisão em 2a. instância. Outro argumento: Se isso não ocorrer, tanto a 1a. com a 2a. não servem para nada.
Outro motivo: Dinheiro - É fato que somente argumentos protelatórios buscados por Advogados que cobram fortunas deste influentes políticos e empresários, conseguem "barrigar" os processo até que prescrevam. Por isso são favoráveis...todos são, a impunidade interessa a todos vocês.
Resultado: Se for pobre, será preso e não conseguirá sair, se for rico não será preso nunca. Isso é mais do que sabido.
Exemplo: Vejam o Lula, exemplo notório não porque é o lula mas porque dizia o mesmo que eu neste momento, mas mudou rápido de ideia desde que foi processado. Utilizando de centenas (veja bem) Centenas de argumentações com grupos de advogados a sua disposição 24hs por dia. Várias peças jurídicas, Todos os recursos disponíveis, embargos, HC´s (só este foram mais de 1mil).
A questão não é o que foi feito,, mas o que faremos, a situação não se sustenta mais. O Supremo precisa conter este abuso financeiro (e já o fez por 3 vezes) que só beneficia os Corruptos e seus advogados, até que a população consiga de alguma forma pressionar o Congresso (que, claro não quer) de rever tudo isto e reformular através de uma PEC.

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D
Doni S.
Comentário · há 14 dias
[este comentário foi editado para corrigir expressão equivocadamente suprimida e para acrescentar trechos]

Edvaldo Sacramento, acho complicado repetir mantras como "condenação injusta", "preso político", "lula livre" (o mesmo valendo para mantras de "direita"), etc... Até porque existem militantes, "militontos", "robots", subalternos, interessados, favorecidos, etc. Muitos sem qualquer isenção, muitos sem estudo, uma ampla maioria sem acesso ao processo, etc.

Então, façamos o seguinte: indique para mim três metalúrgicos que alguma vez em toda uma vida tenham declarado cerca de R$ 10 milhões em patrimônio (nem falo de valores não declarados, para facilitar e não falar sobre o que já foi, é e ainda será investigado!).

Aliás, vou facilitar: indique apenas 1 (um) metalúrgico - além do Lula, o "preso político", claro - que tenha um patrimônio desses. Se puder conseguir um metalúrgico que não atua na área e que não tem curso superior, tanto melhor.

Se você conseguir se convencer ou convencer qualquer um sobre a boa origem do patrimônio desse metalúrgico que você indicar (não valem eventuais falcatruas, favores, politicagem, corrupção, tráfico de influência e afins), acredito que será um bom começo.

A propósito, se o Lula não é metalúrgico, ele é o quê? "Político profissional"? Ok. Quais são as milagrosas aplicações financeiras que o ex-presidente fez durante a vida com o seu subsídio enquanto eleito? Preciso muito saber como reproduzir esse verdadeiro milagre da multiplicação!

E antes que diga que aqui tem um "bolsominion", nazista, sexista, fascista, racista, anticomunista ou algo do gênero, já adianto: por mim, pessoas como o Lula (e outros MIL, de direita, esquerda e centro) JAMAIS poderiam voltar à vida política ou sequer prestar qualquer concurso público. Inclua aí boa parte da lista de políticos que você já conhece, pois a corrupção, a desfaçatez, o desrespeito com a res pública é generalizada.

Sofremos as consequências em todas as esferas do poder, diariamente. Acariciar o político profissional de estimação, seja qual for, pelas migalhas recebidas, não ajudará a resolver o problema. Isso é vida de gado.
Euclides Araujo, Advogado
Euclides Araujo
Comentário · há 2 meses
Nobres colegas, desnorteado a atônito com as colocações do imparcial autor do texto, venho em primeiro lugar definir o que seria ato de Improbidade administrativa. Consiste no ato ilegal ou contrário aos princípios básicos da Administração Pública, cometido por agente público durante o exercício de função pública e/ou decorrente desta, ou seja, o ato de improbidade qualificado como administrativo é aquele impregnado de desonestidade e deslealdade.

Pois, bem. Disto isto. Aonde é que as declarações do presidente Jair Bolsonaro se encaixam na Lei nº 8.429/1992 da qual estabelece quatro espécies de atos de improbidade administrativa quais sejam :Enriquecimento ilícito; causar lesão ao patrimônio público, concessão ou aplicação indevida de benefício financeiro ou tributário e os que atentam contra os princípios da Administração Pública. Onde estão as ofensas e/ou infringência dos 05 (cinco) princípios que norteiam a administração pública em suas declarações.

Ora, certos governadores e outros políticos podem ridicularizar com a pessoa dele. A OAB pode criticá-lo de toda forma, mas ele não pode responder da forma dele. Tenha a santa paciência. Ademais, o presidente encontra-se fazendo uso do seu direito constitucional da liberdade de expressão. Direito tão defendido pela OAB, principalmente em favor do Intercept Brasil que se utiliza de material adquirido de forma ilícita para tentar desestabilizar o governo em favor de interesses escusos de alguns. Fatos como estes, só acontecem no Brasil. Durma com uma desta.

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